Histórias sem um começo e final. Histórias imaginadas durante um simples passeio ou ao som de uma nova música. Histórias que talvez você tenha vivido ou imaginou viver, ou talvez que não queira nunca viver. Sem começo por que nunca sabemos ao exato quando começam os contos de nossa vida e nem onde vão terminar, são inconstantes, voláteis e algumas vezes formam raízes e se aquietam, formando assim, as histórias.
amor, separa aquelas luzinhas de natal que eu tanto gosto que vou redecorar seu quarto. ficaremos abraçadinhos iluminados por aquele tom sépia que as luzes dão. deitados na sua cama, escutando o barulho da chuva que cai lá fora, declararemos nosso amor por olhares e selaremos com o beijo mais sincero. sua mão passara por meu corpo suavemente, como pequenos flocos de neve que caem pela janela no inverno. meu coração baterá daquele jeito. sem ritmo e desenfreado, como se fosse sair pela boca. e se sair, segura que é seu. eu te dei. eu te dou. eu me dou. de todas as formas, como desejar.